sexta-feira, 10 de novembro de 2023
sexta-feira, 27 de outubro de 2023
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
COMO TIRAR O MOVIMENTO CENTRAL DA BIKE Passo a Passo
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
sábado, 21 de outubro de 2023
Removendo movimento central TRAVADO
Movimento central: o que é e como instalar (com legenda em PT-BR)
sexta-feira, 20 de outubro de 2023
Movimento central - diferença entre rosca inglesa e rosca italiana
sexta-feira, 6 de outubro de 2023
Movimento central: o que é e como instalar (com legenda em PT-BR)
sexta-feira, 19 de novembro de 2021
Shimergo: Campagnolo com Shimano . Deixe um comentário Quem usa sistemas de 11 velocidades já percebeu que dá pra usar uma bicicleta com trocadores e câmbios Campagnolo com rodas e cassetes Shimano. E outras velocidades, dá pra misturar?

Cannondale Caad8 8, com pedivela tripla original, câmbio traseiro LX, cassete 11-32 de 8v, trocadores Campagnolo Ergopower Veloce de 10v. Configuração para cicloturismo leve.
Usar Campagnolo, Shimano ou Sram nas suas bicicletas com guidão drop é uma questão de escolha pessoal e claro, de poder de compra.
Sram e Shimano partilham as mesmas medidas de corrente e cassete, são intercambiáveis. Trocadores não, a não ser umas misturas que dá pra fazer com trocadores e câmbios de mountain-bikes, que não vou abordar aqui.
Quando todo mundo passou a construir sistemas de 11 velocidades, descobriu-se que as diferenças de correntes e distanciamento nos pinhões dos cassetes eram tão mínimas que caíam na margem de tolerância.
Mas e nas outras quantidades de velocidades? 10 marchas, 9 marchas, 8 marchas?
Mais ainda, imagine que você está montando uma bicicleta com guidão drop que não é uma estradeira, mas uma bicicleta de cicloturismo e ou gravel/adventure, e seja por motivos de relevos percorridos ou simples forma física – meu caso, 50 anos, sobrepeso, fora de forma – você queira marchas mais leves?
Os trocadores Campagnolo são uma delícia de usar. Os STis da Shimano têm como característica ter duas alavancas, uma que desce as marchas e outra, que sobe as marchas, que também aciona os freios. Tenho bikes com STIs Dura Ace e Ultegra, e mesmo tendo prática, cansei de freiar ao invés de trocar marchas.
Já os trocadores Campagnolo têm três peças: a alavanca de freio só freia, a alavanca só sobe as marchas, a orelhinha só desce. Há STIs com orelhinha, mais antigos, mas é uma orelhinha pequena que não dá pra acionar quando estamos com a mão na parte mais baixa do guidão drop. A orelhinha do Ergopower Campagnolo é acionada com a mão em cima das manetes ou pegando embaixo do guidão. E a troca é precisa e podemos trocar mais de uma marcha por vez.
De outro ponto de vista, os trocadores esquerdos da Campagnolo não são exatamente indexados como são os STIs da Shimano. Assim, trocadores esquerdos da Shimano, STIs, só funcionam com câmbios dianteiros de estrada. Ergos, por sua vez, funcionam virtualmente com qualquer câmbio dianteiro, duplo ou triplo, de estrada ou de MTB.
Outro detalhe: STIs quando quebram precisam ser substituídos. Ergos podem ser desmontados e ter as peças trocadas – basta otê-las pela internet.
Então imagine que você quer montar uma bicicleta com guidão drop, mas quer que ela tenha uma relação mais próxima das MTBs. Ou seja, você quer pelo menos o câmbio traseiro que suporte tanto cassetes com pinhão maior de 34 dentes ou mais, e eventualmente você quer usar uma pedivela tripla, ou até uma pedivela dupla mas com coroas pequenas. Isso pois você está montando uma bicicleta de cicloturismo ou então vai usar sua gravel em locais com muitas subidas cascudas.
Às vezes, por incrível que pareça, é mais fácil montar essa combinação misturando Shimano com Campagnolo do que usando peças apenas de um fabricante. Principalmente se você não está usando 11 velocidades, cujos cassetes e correntes duram bem menos que os sitemas de 9 ou sobretudo de 8 velocidades. Sim, pode ser que você queira, por uma questão de durabilidade, preço e facilidade de encontrar peças, montar uma combinação com 8 marchas atrás, cujas correntes são duráveis e baratas, e que você não terá problemas de achar peças numa viagem.
Claro que você pode Usar STIs triplos Shimano Claris. Mas só com pedivelas triplas grandes. Pode trocar o câmbio traseiro e usar cassetes de MTB. Mas e se sua bicicleta é uma touring cuja pedivela é 44-32-22?
Aí é hora de misturar as peças e montar um sistema Shimergo.
Shimargo é o nome que damos às configurações montando relações com peças Shimano – cassetes, correntes e sobretudo câmbios – com os trocadores Ergopower da Campagnolo.
Pra entender como se faz isso para sistemas de 7/8 e 9 velocidades, precisamos enteder algumas coisas.
Trocadores Shimano de 8 velocidades e trocadores Campagnolo de 10 velocidades puxam exatamente 2,8mm de cabo.
Trocadores Shimano de 9 velocidades puxam 2,5mm de cabo e trocadores Campagnolo de 11 velocidades puxam 2,6mm de cabo, diferença de 0,1mm que não influencia na troca de marchas.
Então, vale dizer: Ergos de 10 velocidades funcionam muito bem trocando marchas em cassetes Shimano/Sram de 8 velocidades. E Ergos de 11 velocidades funcionam bem trocando marchas em cassetes Shimano/Sram de 9 velocidades.
Isso se você montar o sistema colocando o cabo do câmbio traseiro na posição mais comum.
Mas, pasme! Há mais duas posições para colocar o cabo de câmbio traseiro num câmbio traseiro Shimano de MTB até 9v e de estrada até 10v.
Uma dessas posições alternativas é de fábrica, e existe para que o usuário da linha Dura Ace de 8 velocidades – que tinha outra taxa de puxada de cabo diferente do resto da linha Shimano – tivesse sempre a possibilidade de usar outros câmbios em substituição a um original quebrado.
Abaixo, uma imagem que tirei do site do Sheldon Brown, mostrando as duas posições de fábrica para se colocar um cabo no câmbio traseiro Shimano:

Abaixo uma foto que tirei do site do Sheldon Brown mostrando como passa o cabo na posição B, conhecida como “Old Dura Ace”, num câmbio Shimano:

Abaixo, uma foto do mesmo câmbio com o cabo na posição tradicional:

Aqui você pode ler o artigo do Sheldon Brown sobre a compatibilidade dos trocadores Dura Ace antigos com câmbios mais recentes. Clique aqui.
E a bicicleta Hubbub descobriu uma terceira posição para colocar o cabo de câmbio, também alterando a puxada de cabo:

Consegue enxergar a diferença? Passa-se o cabo “por fora”. É preciso mudar a posição da plaquinha que prende o cabo no câmbio.
Leia aqui em inglês um artigo da Hubbub sobre essa modificação.
Então, pra entender a tabela de compatibilidades entre trocadores, câmbios e cassetes da tabela abaixo, entenda que há 3 posições para colocar o cabo de câmbio num câmbio Shimano que não seja Dyna-Sys/Shadow: a tradicional, a Old Dura Ace e a Hubbub.
Agora uma tabelinha feita já há algum tempo, (leia aqui o texto original em inglês) com compatibilidades de trocadores Shimano STIs ou alavancas de quadro de até 10 velocidades e Ergos Campagnolo de até 11 velocidades, com essas três posições para colocar o cabo no câmbio traseiro Shimano:

Nas combinações marcadas em verde e amarelo, funciona perfeitamente. Nas marcações em rosa, funciona mas não se usa todo o cassete.
Então note que um trocador Shimano de 9v pode trocar marchas em cassete de 8v se o cabo for colocado na posição Old Dura Ace. O mesmo ocorre com STIs de 10v trocando, com o cabo na mesma posição Old Dura Ace, marchas num cassete de 9v.
Da mesma forma, um trocador Campagnolo de 10v troca perfeitamente 8 marchas num câmbio com o cabo na posição tradicional e 9 marchas na posição Hubbub. Isso usando cassetes do padrão Shimano.
E um trocador Campagnolo de 11v troca 9v na posição normal do cabo, 7/8v na posição Old Dura Ace, e 10 marchas na posição Hubbub.
Eu montei uma bicicleta com Shimergo. É uma Caad8 8 com pedivela tripla original, e 8v de fábrica. Usei Ergos de 10v, com o cabo do câmbio traseiro passando da forma tradicional. O câmbio dianteiro tem as marchas trocadas facilmente, uma vez que o Ergo esquerdo é micro-index, e tem como eliminar barulhinhos incômodos quando esotu com a corrente cruzada com um toquezinho.
E atrás o Ergo direito troca marchas no cassete Shimano de 8v com precisão. Não ficam 2 toques extras sobrando pois a regulagem do câmbio limita a ação do trocador.
Fiz um video mostrando, desculpem o vídeo tosco com o celular na vertical.
Testei pedalando pelas subidas e descidas de Curitiba, trocando marchas, usando todas. Funciona que é uma beleza.
A instalação foi feita em Curitiba, na Bicicletaria Cultural. Hoje lá estão com as tabelinhas de compatibilidade e sabem fazer as passagens alternativas de cabo nos câmbios Shimano.
Minha bicicleta está funcionando como um reloginho suíço. Vou usar pra viagens, como bicicleta leve de cicloturismo.
E usarei essa mistura em outras bicicletas. Gostei, vale à pena.
fonte:https://asbicicletas.wordpress.com/
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
VIAJANDO DE BIKE COM O MÁXIMO DE SEGURANÇA
Viajar de bike não é simplesmente pegar a magrela e sair pedalando pelos quatros cantos do nosso país. Para não ser surpreendido durante o trajeto, é fundamental seguir algumas orientações.
Neste artigo, desenvolvemos um verdadeiro guia para que você aprenda como viajar com segurança. Falaremos sobre questões importantes, como destinos, organização da mala, segurança, entre outros.
Vamos nessa?
COMPRE A MELHOR BIKE
Antes de viajar, não economize na hora de comprar a sua bike. Dependendo da distância do seu trajeto, será necessário escolher um modelo bastante resistente, pois pode ser que você encontre várias adversidades no caminho.
Por exemplo: você já pedalou contra o vento? Quem viveu essa experiência sabe o quanto é complicado. Quanto melhor for sua bike, mais fácil será encarar certos desafios. Pense nisso!
ESCOLHA O SEU TRAJETO
Ao escolher o seu percurso. não se deixe levar apenas pela beleza das cidades. Verifique o clima da região, a segurança e as condições das estradas. Infelizmente, alguns destinos não são indicados para os ciclistas, então fique de olho!
FAÇA UM REGISTRO NACIONAL DE BIKE
Outra dica bastante interessante é fazer um registro nacional de bike antes de viajar. Assim, caso ocorra algum imprevisto, como furto, você será notificado e terá como recuperá-la depois.
Além disso, o Bike Registrada possui um Selo de Segurança com a funcionalidade do Bike Vida, que permite acessar as informações vitais do ciclista com muita facilidade, tais como:
• Identificação do ciclista;
• Contato de emergência;
• Ficha médica;
• Tipo sanguíneo;
• Alergias;
• Doenças;
• Medicamentos.
DEFINA SE VAI SOZINHO OU ACOMPANHADO
Pedalar em grupo, ou em dupla, pode ser uma experiência muito divertida. Quando temos companhia, ficamos mais motivados a seguir em frente e podemos compartilhar experiências únicas!
Porém, tome cuidado ao escolher quem vai te acompanhar. Opte por alguém que esteja no mesmo nível de desempenho que você para evitar problemas no trajeto.
INFORME A VIAGEM A UM PARENTE
Mesmo que você tome todas as medidas de segurança, lembre-se de avisar a sua família sobre o trajeto da viagem. Se você usa GPS ou alguns aplicativos, compartilhe o percurso com eles, por exemplo.
Assim, seus parentes ficarão mais tranquilos com a aventura.
FAÇA AS MALAS
Quanto menos itens levar, melhor será a sua performance na viagem. Dessa forma, você pode pedalar no frio, na chuva ou no calor com mais tranquilidade.
Contudo, não se esqueça de alguns itens imprescindíveis, como:
Kit de reparo;
Câmeras extras de pneu;
Bomba;
Chaves;
Óleo de corrente;
Equipamento de proteção.
O resto fica por sua conta! Lembre-se de checar como vai estar o clima em cada parte do seu trajeto para não ser pego desprevenido.
LEVE DOCUMENTOS PESSOAIS
Imprevistos acontecem em qualquer viagem. Por isso, não deixe de separar documentos de identificação e de informações de saúde.
É fundamental ter consigo um papel indicando o seu tipo sanguíneo, se toma algum medicamento ou se tem restrições relacionadas à saúde.
TENHA UM DINHEIRO À MÃO
Não seja surpreendido em lugares que não aceitam cartões ou cheques. Sempre tenha dinheiro em espécie no bolso. O ideal é reservar, pelo menos, uma boa quantia para pegar condução até a próxima estrada.
TREINE ANTES DA VIAGEM
Uma boa sequência de treino evita cansaços excessivos e cãibras durante o trajeto. Então, faça exercícios antes de viajar de bike, para se preparar e melhorar a disposição.
Quando estiver pronto, é só aproveitar as maravilhas de cada região.
CUIDE DA SUA SAÚDE
Nunca é demais lembrar da importância dos equipamentos de segurança, da alimentação e da hidratação. Esses três pilares são fundamentais para o sucesso de qualquer viagem, combinado?
Depois de conhecer as nossas dicas, você certamente está ansioso para viajar de bike. Mas não deixe de assinar a nossa newsletter. Quem sabe uma novidade aparece no meio do seu percurso?
FONTE:https://blog.bikeregistrada.com.br/
ALIMENTAÇÃO PARA CICLISTAS: COMO POTENCIALIZAR SEU DESEMPENHO
É fundamental saber o que comer antes, durante e depois da prática, já que é preciso recarregar as baterias, ou o ciclista pode entrar em um estado de hipoglicemia.
O ideal é que antes dos treinos haja o consumo de carboidratos do tipo complexo, ou seja, que possuam boa quantidade de fibras, para que, assim, o ciclista consiga manter a pedalada por um tempo considerável.
Já durante o exercício é preciso manter o equilíbrio dos sais minerais que perdemos através do suor. Além disso, é sempre bom levar algo que contenha carboidrato simples, como balas e géis de glicose, para não correr nenhum risco. Por fim, novamente os carboidratos simples entram em ação para repor rapidamente a energia perdida.
Vejamos agora quais são os alimentos que se encaixam em cada um desses momentos!
ALIMENTOS ADEQUADOS PARA OS PRATICANTES DE CICLISMO
PRÉ-TREINO
1. INHAME
Um alimento rico em vitamina C e bastante apreciado no café da manhã nas regiões Nordeste e Norte. É uma raiz que ajuda a proteger o organismo, aumentando as defesas e melhorando o nosso sistema imune. Ainda atua na eliminação de certas toxinas e é rico em fibras, o que ajuda na performance durante os treinos.
2. PÃO INTEGRAL
Que tal trocar o pão branco por uma versão integral e mais saudável? Ele pode até ser mais calórico do que o original, mas o mais importante é que não promove os picos de insulina. Assim, os níveis de glicose não sobem e a energia é utilizada de forma gradativa por um maior período de tempo.
Quanto mais grãos e cereais o pão tiver, melhor para o organismo, mas não vale exagerar! O excesso de fibras pode causar desconforto durante os exercícios, portanto, apenas 2 fatias por dia são suficientes.
3. BETERRABA
Rica em vitaminas e sais minerais como o cálcio (essencial para que a contração muscular seja realizada) e o ferro (substância imprescindível para carrear o oxigênio dentro da hemoglobina), a beterraba também é uma grande fonte de energia.
Já notaram que a beterraba é adocicada? Esse alimento possui uma grande quantidade de glicose, mas como essa substância está aliada às fibras presentes, acaba se tornando uma rica fonte de carboidratos complexos.
DURANTE OS TREINOS
Os níveis de glicogênio (fonte de energia utilizada pelo corpo humano) devem se manter elevados. Por conta disso é muito importante sempre levar bebidas eletrolíticas e suplementos de carboidratos como a maltodextrina, por exemplo. Água também não pode faltar.
PÓS-TREINO
1. PÃO COM CARNE
A combinação de carboidratos simples (o pão) com proteínas é importantíssima após o treino. Nesse momento, o corpo precisa repor a sua fonte energética e também as proteínas que foram perdidas, e o músculo precisa se recuperar.
2. OVO
O ovo é uma excelente fonte de proteínas a serem utilizadas pelo organismo no longo prazo. Competiu hoje ou treinou pesado? Você pode incluir 1 ovo cozido antes de ir dormir ou no outro dia durante o café da manhã.
3. CASTANHAS, NOZES E OLEAGINOSAS EM GERAL
Durante a prática física, diversos radicais livres são liberados e eles acabam sendo tóxicos para o nosso corpo quando em excesso. Então, após o treino, o ideal é consumir alimentos ricos em vitaminas E e C, que são agentes antioxidantes e encontradas em oleaginosas.
Gostou de saber um pouco mais sobre como é a alimentação para ciclistas? Saiba mais sobre o assunto nos seguindo nas redes sociais.
CONHEÇA 6 CUIDADOS PARA CONSERVAR SUA BICICLETA
A bike, além de ser um meio de transporte saudável e amigo do meio ambiente, também é excelente para praticar esportes e curtir momentos de lazer em família. Contudo, para pedalar em segurança, conservar sua bicicleta e tomar alguns cuidados com a manutenção correta dos seus equipamentos, sua limpeza e seu armazenamento são fundamentais.
Quem gosta, cuida, não é mesmo? Quando se trata de bens materiais, quanto maior for esse cuidado, mais longa é a vida útil de qualquer tipo de equipamento e acessório, e muito mais seguro é o seu uso.
Por isso, a seguir vamos listar os principais cuidados que você deve tomar para conservar sua bicicleta para assegurar sua maior durabilidade, conforto, evitar acidentes e dores de cabeça com gastos inesperados. Confira:
1. FAÇA UMA LIMPEZA PERIÓDICA PARA CONSERVAR SUA BICICLETA
Manter sua bike sempre limpa é a melhor maneira de conservá-la por mais tempo. Faça isso periodicamente — uma vez por semana é ideal — com um pano seco para retirar a sujeira e os resíduos de todos seus componentes.
Em caso de passeios em trilhas, locais com lama, água salgada (maresia) ou na chuva, o que geralmente suja bastante, lave os componentes de sua bike com água e sabão, limpe com uma esponja embebida em produtos não abrasivos e seque com um pano. Uma cobertura de cera garante a limpeza por mais tempo.
2. UTILIZE LUBRIFICANTES
Depois de secar a bike, lubrifique com óleo os componentes móveis de sua bicicleta, como a catraca de marchas, a corrente, os pedais e os rolamentos na parte externa para evitar a oxidação. Jamais utilize querosene, óleo de cozinha ou algum tipo de solvente para fazer isso (e tome cuidado para não exagerar na quantidade de lubrificante).
3. RETOQUE A PINTURA
A pintura é uma das principais armas contra a oxidação da bicicleta. Sempre que observar danos, arranhões ou locais descascados, pinte imediatamente para prevenir contra a ferrugem. Quando não encontrar uma tinta de cor semelhante, utilize esmalte comum, verniz para unhas ou uma base transparente para evitar maiores estragos.
4. FAÇA AJUSTES REGULARMENTE
Guidão, câmbios, selim, sapatas de freio e parafusos desregulados podem provocar acidentes sérios, causar desconforto durante o pedal e apressar o desgaste de diversos componentes de sua bike, reduzindo a vida útil de seu equipamento.
5. LEVE SUA BIKE PARA UM CHECK-UP
Fique atento a barulhos estranhos e trepidações diferentes para identificar qualquer tipo de anormalidade em sua bike e, se necessário, encoste sua magrela na oficina mais próxima.
Bicicletas novas geralmente possuem garantia para realizar check-ups gratuitos por um tempo. Nos demais casos, faça a revisão periódica completa em uma oficina de confiança para garantir o funcionamento adequado e aumentar a durabilidade de seu equipamento.
6. GUARDE SUA BIKE EM AMBIENTES FECHADOS
Tão importante quanto mantê-la limpa é guardar sua bike em locais adequados. Opte sempre por lugares fechados e secos, livres de umidade, sol, chuva e vento, agentes oxidantes e/ou corrosivos metálicos.
Outra dica bacana é guardar sua bike suspensa na parede ou no teto, presa por ganchos, suportes apropriados para bicicletas ou por um sistema de polias.
Agora que você já sabe quais são os principais cuidados que deve ter para conservar sua bicicleta por mais tempo e garantir sua segurança e de sua família durante momentos de lazer, aproveite para seguir nossos canais nas redes sociais
FONTE:https://blog.bikeregistrada.com.br/
quinta-feira, 2 de janeiro de 2020
A coluna: Novo kit excitação? Bah humbug

Chegamos ao pico da histeria nesta semana com o lançamento do novo design da Bardiani . Os italianos sempre elegantes jogaram fora o bebê com a água do banho, abandonaram a velha cor laranja e entraram em púrpura, além de um toque de verde ácido. O pedante de cores de Rouleur, Ben, descreve-o como "uva triturada" em vez de roxa. Outros foram com ciclâmen. De qualquer maneira, você obtém a imagem. É meio que um covil. Aqueles que estão familiarizados com o dinossauro irritantemente otimista de Barney , como indicaram algumas menções do Twitter, conhecerão o visual. Digamos que você não terá nenhum problema em selecioná-los.
Alguns sites de bicicleta baseiam artigos inteiros em torno dos novos lançamentos. Obviamente, eles geram um bom tráfego, apesar do fato de ninguém ler os recursos sair e comprar o material por medo de ser rotulado como um "wanker completo de kit profissional". (Disposição: Eu já vi vários usuários de camisas da Movistar na Espanha e um cara velho com uma roupa Saunier-Duval assustadoramente surrada no Tour do ano passado, mas é isso.)

A exceção a essa regra é o esplêndido entusiasmo de Alexis Ryan, da Canyon-SRAM : “O kit 2020 irradia como a luz de mil estrelas em nosso poder interior, como indivíduos e em equipe. Somos modelos fortes, corajosos e vivazes - os heróis da nossa história! ”Rapha faz uma camisa adorável, é claro, mas“ mil estrelas em nosso poder interior ”? Charlotte Brontë, coma seu coração. Alexis também recebe um cartão amarelo por uso injustificado de um ponto de exclamação. Ha!
Mas nós discordamos. A vantagem que os talentosos designers da Rapha têm sobre os produtores de kits de muitas equipes profissionais é a tela em branco oferecida por não se restringir às cores corporativas da Canyon ou da SRAM. E, a esse respeito, eles têm muita sorte mesmo. A companhia de seguros francesa AG2R La Mondiale é azul céu e marrom chocolate, então a equipe que patrocinam segue o exemplo.
Ninguém em sã consciência usaria bermuda marrom-chocolate, mas seus funcionários infelizes precisam sofrer ignomínia toda vez que andam de bicicleta. Apenas Gediminas Bagdonas foi poupado de ter a aparência de uma barra de Snickers sobre rodas ao se tornar campeão nacional da Lituânia em 2018, permitindo que ele usasse shorts pretos para combinar com sua camisa branca, mas ele não repetiu o feito este ano. Bagdonas agora se aposentou, incapaz de enfrentar o uso de les pantalons du merde novamente. Provavelmente.

Então aqui está a linha de pagamento. Ninguém se importa com o que você (ou com a gente) pensa sobre os designs de equipes mais recentes. Você não precisa usá-los, portanto, se isso o desagrada ou não, é irrelevante. Concentre-se em outra coisa que não ande de bicicleta apenas por uma semana ou duas - o colunista Rouleur Ned Boulting recomenda o Campeonato Mundial de Dardos agora - e volte no Ano Novo revigorado, menos desgastado e pouco cínico.
Com os melhores cumprimentos, o Rouleur Grinch
segunda-feira, 29 de julho de 2019
#DicasDoBulga - Speed X MTB

Como Eliminar o Cansaço

5 Grandes Erros nas Subidas

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
1988 SCHWINN PARAMOUNT 50TH ANNIVERSARY LTD. EDIÇÃO Extraído do número 3 • Imagens de Russ Lamoureux

domingo, 2 de dezembro de 2018
#DicasDoBulga - Não Caia no Papo de Ciclista

#DicasDoBulga - Não Caia no Papo de Ciclista



