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terça-feira, 29 de julho de 2025

Carioca de 24 anos será a primeira brasileira na história do Tour de France Tota Magalhães, carioca de 24 anos, realizará o sonho de competir no Tour de France como gregária da equipe Movistar.

 


A ciclista Tota Magalhães fará história ao se tornar a primeira brasileira a competir no Tour de France feminino. A atleta carioca, de 24 anos, representará o Brasil na competição mais renomada do ciclismo mundial, que começa neste sábado (26) e vai até o dia 3 de agosto.

“Tenho uma foto de 2004 assistindo ao Tour e tomando um picolé com a camisa do evento. Naquela época não existia o feminino, e agora, em 2025, estarei lá como atleta. É surreal”, lembrou Tota em entrevista ao GE.

Tota Magalhães integrará a equipe Movistar, atuando como gregária da líder Marlen Reusser. No Giro d’Italia deste ano, a brasileira fez parte da campanha que venceu três etapas e colocou Reusser com o vice da classificação geral. Para o ciclismo mundial, a corrida italiana está atrás apenas do Tour da França em termos de importância.

A largada para o Tour de France feminino está marcado para este sábado, a partir das 12h40 (de Brasília). A corrida está em sua quarta edição para as mulheres e contará com nove etapas em 2025. No total, serão cerca de 1.168km, com início em Vannes e percursos com montanhas até os Alpes. 

 ciclista Tota Magalhães fará história ao se tornar a primeira brasileira a competir no Tour de France feminino. A atleta carioca, de 24 anos, representará o Brasil na competição mais renomada do ciclismo mundial, que começa neste sábado (26) e vai até o dia 3 de agosto.

FONTE:https://www.olimpiadatododia.com.br/

sexta-feira, 26 de julho de 2024

Paris 2024: Ciclista da Dinamarca é atropelada durante treino Solbjork Minke ficará fora dos Jogos Olímpicos

  

Solbjork Minke Anderson Foto: Reprodução/Instagram @solbjorkminke

A ciclista Solbjork Minke Anderson foi atropelada por um carro durante um treino na Dinamarca nesta quinta-feira (25), ela fraturou a clavícula e foi cortada da delegação de seu país para os Jogos Olímpicos de Paris.

A campeã dinamarquesa de ciclismo de estrada, Rebecca Koerner, foi chamada para o lugar de Anderson e se junta a Emma Norsgaard Bjerg e Cecilie Uttrup Ludwig na equipe do país que disputa a prova em Paris-2024.

– Nós realmente estamos sentidos por Solbjork. É um sonho que tinha se tornado realidade para ela e estávamos ansiosos para vê-la em Paris – afirmou Soren Simonsen, chefe de missão da Dinamarca.

– Felizmente, ela é jovem e esperamos que ela tenha outra oportunidade olímpica dentro de quatro anos, quando os Jogos forem realizados em Los Angeles.

Aos 19 anos, Minke Anderson foi a quinta colocada geral na Volta Ciclística da Catalunha deste ano e a primeira entre as competidoras jovens.

– Estamos extremamente tristes por Solbjork e desejamos uma rápida recuperação – disse o chefe da União de Ciclismo da Dinamarca, Morten Bennekou.

A prova feminina de ciclismo de estrada acontece no dia 4 de agosto.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

sábado, 6 de abril de 2024

DIA DRAMÁTICO PARA O CICLISMO EM 2024



Indaiatuba recebe a 72ª edição da Prova Ciclística 1º de Maio

 Serão cinco baterias ao longo do dia e as provas ocorrerão em um circuito fechado de 2,3km por volta ao redor do Parque Ecológico de Indaiatuba

Prova Ciclística 1º de Maio 2022 – Foto de Luis Claudio – Antunes/Bike76

Do Bikemagazine
Foto de divulgação

O feriado do Dia Internacional do Trabalhador é também sinônimo de ciclismo no interior paulista. A 72ª edição da Prova Ciclística 1º de Maio será mais uma vez atração do feriado na cidade de Indaiatuba, na região de Campinas. A prova, que contará pontos para os rankings da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), Classe 3, e da Federação Paulista de Ciclismo (FPCiclismo), reunirá alguns dos melhores ciclistas e equipes do país.

Serão cinco baterias ao longo do dia e as provas ocorrerão em um circuito fechado de 2,3km por volta, na Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, S/N, em frente ao estacionamento do Parque Ecológico de Indaiatuba. Todas as categorias prometem bastante disputa, com destaque para a Elite, masculina e feminina, que reunirá os principais nomes do esporte. A Elite ainda terá premiação em dinheiro para os cinco mais bem colocados de cada gênero.

As inscrições já estão abertas e deverão ser feitas somente on-line, pelo link  http://seapp.link/1demaio até o dia 26/04/2024 (Sexta-Feira ), às 23h59min. A taxa valor único por ciclista de R$ 100 (cem reais), salvo as seguintes exceções: as categorias Master D1/D2, assim como as Masters Feminino com a idade de 60 anos e mais, têm 50% de desconto no valor da taxa de inscrição, ou seja, essas categorias pagarão R$ 50 (cinquenta reais) por ciclista.

As categorias Kids Masculino/Feminino, Mirim Masculino/Feminino e Infantil Masculino/Feminino, terão suas inscrições isentas. Não haverá nenhuma outra forma de inscrição e/ou pagamento além do descrito, assim como não serão realizadas inscrições no dia e local da prova.

Todo ciclista poderá e deverá participar de apenas uma categoria na temporada, com exceção do ciclista que por ventura participe da categoria MTB Elite. Nessa situação, o mesmo, além da categoria MTB Elite, poderá se inscrever e participar da categoria referente a sua idade.

A disputa é para atletas filiados. As filiações para 2024 podem ser feitas direto no site oficial, www.fpciclismo.com.br ou nos links https://cbc.bigmidia.com/cadastroExterno/atleta (novo atleta) e https://cbc.bigmidia.com/site/login (atleta já filiado).

PROGRAMAÇÃO (sujeito a alterações)

1ª Bateria

8h – Infantil Fem./Masc. (2013 e 2014), 4 voltas
8h01 – Mirim Fem./Masc. (2015 a 2016), 3 voltas
8h02 – Kids Fem./Masc. (a partir de 2017), 1 volta
8h03 – Infanto Juvenil Fem (2010 a 2012), 40 min
8h04 – Infanto Juvenil Masculino (2010 a 2012), 40 min

2ª Bateria
9h20 – Master C1/ C2 50 A 5 9 (1965 a 1975), 70 min
9h20 – Iniciantes Open Masculino (até 2007 ), 60 min
9h35 – Juvenil Open Masculino (2008 a 2009), 60 min
9h45 – Master D1/D2 (até 1963), 60 min

3ª Bateria
10h – Elite Feminino (até 2001), 90 min
10h01 – Sub 23 Feminino (2002 a 2005), 90 min
10h01 – Master B (1974 a 1983), 80 min
10h02 – Junior Feminino (2006 e 2007), 70 min
10h02 – Juvenil Open Feminino (2008 a 2009), 60 min
10h03 – Open Master Feminino (até 1993), 80 min
10h03 – Iniciantes Open Feminino (até 2007), 60 min

4ª Bateria
11h40 – Elite Masculino (até 2001), 120 min
11h40 – Sub 23 Masculino (2002 a 2005), 120 min
11h41 – Junior Masculino (2006 e 2007), 90 min

5ª Bateria
13h50 – Sub 30 Masculino (1995 a 2001), 80 min
3h51 – Master A (1984 a 1993), 80 min
13h52 – Mtb Elite (até 200)7), 60 min

PREMIAÇÕES

Elite Masculino Elite Feminino
1º R$ 1.200,00 1ª R$ 1.000,00
2º R$ 1.000,00 2ª R$ 800,00
3º R$ 800,00 3ª R$ 600,00
4º R$ 600,00 4ª R$ 400,00
5º R$ 400,00 5ª R$ 200,00

+ Uma Meta Sprinter R$ 500,00 + Uma Meta Sprinter R$ 500,00

1° Sub 23 Masculino R$ 500,00 1° Sub 23 Feminino R$ 500,00

Mais informações no site www.fpciclismo.org.br

terça-feira, 15 de agosto de 2023

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

25 anos da vitória da Caloi na Paris Roubaix




25 anos da vitória da Caloi na Paris Roubaix
Luiz Papillon 3 anos ago 4


Neste domingo acontece a Paris-Roubaix, terceira monumento da temporada, e comemoramos também os 25 anos da vitória da Caloi na Paris Roubaix. Muitos conhecem a história da Caloi Motorola entre 1995 e 1996 mas a história da Caloi no ciclismo profissional começou dois anos antes pela Lotto que hoje chama-se Lotto Soudal. Sendo o legado da Caloi no ciclismo nacional muito maior, uma história com mais de 40 anos fomentando o ciclismo.
Caloi e o ciclismo brasileiro uma história de unha e carne

A história da Caloi se funde com o ciclismo brasileiro. Em 1955 Bruno Caloi assumiu o lugar de seu pai na direção da empresa e passou a fomentar o ciclismo de base paulista e brasileiro. Ao longo das décadas seguintes a equipe Caloi foi uma das mais fortes do continente criando campeões e inspirando ciclistas. A Caloi chegou até entrar no projeto brasileiro da Formula 1, patrocinando ainda que brevemente a equipe Fittipaldi em sua derradeira temporada.Fittipaldi F8 – 1982

As crises econômicas dos anos 80 e 90 afetaram a capacidade da empresa em manter-se no mercado e em 1999 o Sr. Bruno Caloi transferiu a empresa para Eduardo Musa que posteriormente consolidou a venda da marca e empresa para o conglomerado Dorel. Com a mudança de direção a marca deixou o ciclismo para focar no Mountain Bike.

As histórias da equipe Caloi deixamos para outra hora, falo hoje da era internacional da Caloi. O Brasil acabava de entrar na abertura econômica e queria ganhar o mundo. Nada mais interessante que entrar pela porta da frente, ou seja por uma equipe de ciclismo profissional. Ai que entra Eddy Merckx, a Caloi passou a injetar dinheiro na fábrica belga do maior ciclista de todos os tempos e receber quadros para montagem no Brasil. Assim uma coisa levou a outra e a marca Caloi chegou ao ciclismo profissional pelas mãos de Eddy Merckx.
Caloi Lotto

A Caloi buscou a internacionalização patrocinando uma das maiores equipes belgas da época, a Lotto (atual Lotto Soudal), assim em 1993 a Lotto Caloi passou a correr com quadros Eddy Merckx com a marca Caloi e recebeu Wanderley Magalhães Azevedo como ciclista. A equipe conquistou quatro vitórias em 1993.

Mario Declerq 1993




Ao final de 1993 a equipe recebeu o apoio da Vetta, e iniciou sua fase internacional com a contratação entre outros de Mauro Ribeiro também patrocinado pela Caloi. Mauro Ribeiro é até o momento o único brasileiro a vencer uma etapa do Tour de France em 1991.

Aqui uma foto de divulgação da Caloi Aluminium com a dupla Wanderlei e Mauro:Wanderley Magalhães e Mauro Ribeiro apresentam a Caloi Aluminium em 1994
Andrei Tchmil o ciclista multinacionalidade

Além de Mauro, chegou a equipe também o russo naturalizado moldávio Andrei Tchmil. Uma curiosidade sobre Tchmil é o fato dele ter oficialmente tido várias nacionalidades:
Soviético Até 1991
Moldavo entre 1991 e 1995
Ucraniano entre 1995 e 1998
Belga a partir de 1998

Andrei nasceu em Khabarovsk então União Soviética e hoje Rússia, sua família mudou-se para Moldavia ainda durante o regime soviético. Durante a abertura política soviética ele foi autorizado pelo governo a correr profissionalmente e iniciou no ciclismo em 1989. Após o colapso soviético Tchmil tornou-se Moldavo e posteriormente ucraniano e finalmente belga. Entre suas vitória estão duas monumentos Paris Roubaix 1994 e Milão San Remo 1999 além de clássicas como a KBK, E3, Paris-Tours e Dwars Door Vlaanderen. Após encerrar a carreira profissional Andrei Tchmil chegou a ser ministro dos esportes na Moldávia e gerente da Katusha.
A diabólica Paris Roubaix 1994

A Paris-Roubaix de 1994 foi uma prova terrível, chuva e neve durante toda semana e a região de Aremberg estava toda sob lama. No dia da prova neve e chuva marcaram o início de prova a Lotto colocou Andrei Tchmil na fuga logo no começo de prova atacou e foi solo por 67km vencendo com 1’13” de vantagem sobre Fabio Baldato na prova que o L’Équipe classificou com o realmente infernal!

A bicicleta usada pela Caloi era de fato uma Merckx MX Leader com a troca do garfo tradicional por uma suspensão Rock Shox Titanium SL, uma peça de apenas 1.150g isso 24 anos atrás!

Andrei Tchmil em meio a Paris-Roubaix 1994





Motorola Caloi

A experiencia da Caloi no ciclismo profissional seguiu no ano seguinte passando o patrocínio para Motorola Cycling Team no ano de 1995. Comercialmente a Caloi havia aproveitado o bom momento da economia brasileira para expandir para EUA, abrindo um escritório em Orange Park na Florida, próximo a Jacksonville.

A Motorola que tinha o então jovem Lance Armstrong como grande promessa além de nomes como George Hincapie, Fabio Casartelli e Sean Yates. Naquela temporada a equipe venceu 12 provas entre elas a 9ª Etapa do Tour de France logo após a morte de Casartelli com Lance Armstrong. Até hoje a loja-bar do texano mantem a Caloi pendurada entre seus troféus.Merckx Mx LeaderCaloi by Eddy Merckx pendurada no Mellow Johnny

Mantendo a mesma pintura e grafismo, a bicicleta foi utilizada em 1996 com 13 vitórias da equipe, sendo 7 com Lance Armstrong incluindo a Flèche Wallonne. No final daquele ano Armstrong foi diagnosticado com câncer testicular, afastando-se do ciclismo até 1998. A equipe Motorola foi fechada e os remanescentes se transferiram em maioria para a US Postal que utilizou a mesma licença da Motorola, mas ai é papo para outro texto.

http://www.pelote.com.br/caloi-10-edicao-120-anos/

sábado, 31 de outubro de 2020

GP São José dos Campos de Ciclismo - Urban Challenge 2020



 A temporada 2020 do ciclismo de estrada no Vale do Paraíba foi aberta no domingo, dia 26 de janeiro, com o GP São São José dos Campos de Ciclismo. Cerca de 500 ciclistas marcaram presença na prova divididos em diversas categorias, com largada e chegada em frente ao Paço Municipal.

A categoria principal, envolvendo ciclistas da Elite, Sub23, Sub30, Sênior A e Sênior B, contou com mais de 180 participantes. O pelotão percorreu 120 km em dois circuitos, sendo quatro voltas do circuito menor e outras cinco voltas no circuito de 20 km.  Com um longo trecho por dentro da cidade, a prova ganhou da organização a denominação de Urban Challenge, conforme explica Sonia Molina, organizadora da prova.


sábado, 21 de dezembro de 2019

Luciano Pagliarini(foi um dos maores ciclista do pais)

Tour of Missouri Lebanon-Columbia 14-09-07
ciclista londrinense Luciano Pagliarini, aos 34 anos de idade, é  o maior atleta na história da modalidade no país. Sua trajetória começou em Londrina aos 13 anos de idade e muitas conquistas se acumularam desde então!
Luciano alcançou diversos títulos importantes desde o início de sua carreira, começando com vitórias nos Jogos da Juventude 1994 e 1995, seguindo sempre de medalhas de ouro e vitórias nos Jogos Abertos de 1996, 1997 e 1998, anos esses em que o ciclismo londrinense predominava no cenário estadual e nacional.
Após a participação em duas Olimpíadas, Luciano Pagliarini soma 18 anos de carreira no ciclismo, representando equipes nacionais e internacionais, com mais de 300 vitórias ao redor do mundo!
Autografo
Em 1999, após se tornar nove vezes campeão brasileiro e acumular títulos nas mais prestigiosas provas do ranking nacional, Luciano é contratado para competir na Itália, onde residiu por 12 anos e conta com mais de 30 vitórias na Elite-Pro, a categoria máxima do ciclismo profissional mundial.
Em 2007, o paranaense representou as cores verdes e amarelas nos Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro, conquistando medalha de bronze no ciclismo de estrada.
Bronze Pan Americano Brasil 2007
No mesmo ano, Luciano foi convocado para integrar a seleção brasileira nas Olimpíadas de Pequim, onde teve importante participação, além de vencer duas importantes provas em terras americanas, conquistando uma etapa na Volta da Califórnia e outra no Tour of Missouri.
Luciano Pagliarini se aposentou das competições em 2010 e, após passar por um breve período como técnico da seleção brasileira de ciclismo, logo se tornou gerente de vendas de uma consolidada empresa do ramo óptico, treinando consultores de vendas por todo o território nacional.
Em 2013, tornou-se comentarista das atuais provas de ciclismo da Rede Globo, além de embaixador olímpico oficial dos jogos escolares por todo o Brasil.
Luciano, também ministra clínicas de ciclismo e palestras de motivação por todo país e, foi nestas viagens que percebeu uma lacuna na área de eventos ciclísticos no Brasil, tornando-se assim o idealizador do Pagliarini Marathon Bike.

Confira aqui outras fotos da carreira de Luciano Pagliarini

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Ciclismo e Ginástica Rítmica conquistam medalhas para o Ceará nos Jogos Escolares da Juventude 2019



 Nesse terceiro período da competição os atletas cearenses já subiram três vezes ao pódio
Os Jogos Escolares da Juventude 2019 já estão chegando a sua fase final. No terceiro e último período de competições alunos-atletas de todo o Brasil disputam nas modalidades de Ciclismo, Ginástica Rítmica, Natação, Xadrez, Tênis de Mesa e Vôlei de Praia.
A delegação cearense segue conquistando medalhas, que consagram nossos atletas na elite do esporte nacional. Nesse terceiro período, a bandeira do Estado do Ceará já esteve por três vezes no pódio da competição.
A Ginástica Rítmica foi responsável por duas das três medalhas conquistadas. As atletas Laíssa de Sousa, aluna da Escola Educar Sesc, e Raquel Rebouças, aluna da Escola Dom Aluísio Lorsheider, ambas em Fortaleza, fizeram apresentações que levaram o Ceará ao terceiro lugar geral por equipes, conquistando uma medalha de bronze.
Ainda na Ginastica Rítmica, Raquel Rebouças conquistou mais uma medalha de bronze, desta vez ficando em terceiro lugar na categoria individual geral.
Quem também representou o Ceará nos lugares mais cobiçados da competição foi o atleta Antônio Rodrigo da Silva, aluno da EEM Flávio Pontes, situado no município de Maracanaú. Ele ficou com a medalha de prata na modalidade ciclismo, 15 a 17 anos, categoria prova por pontos.
A competição segue até este sábado (30).

Bicicletas do grupo: Bianchi Oltre XR2 reencarnou

Bianchi Oltre XR2 personalizado
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Nesta Bikes of the Bunch, vamos dar uma olhada em uma Bianchi Oltre XR2 bem-amada e usada que recentemente recebeu um novo sopro de vida. O proprietário da bicicleta, Adam Marshall, é do Reino Unido e é dono da marca de roupas We We Be . No artigo a seguir, ele escreve sobre sua decisão de renovar uma bicicleta existente ao comprar algo novo

Às vezes você se apaixona por uma bicicleta como nunca antes. Não é apenas o fato de encaixar em você como uma luva, você gosta de olhar para ela, é confortável ou simplesmente faz você se sentir rápido. Às vezes, o pacote inteiro se conecta a você de uma maneira que você luta para compreender.




Provavelmente é sobre onde a bicicleta o levou. 
O que vocês passaram juntos na estrada e na vida. Esta bicicleta, minha bicicleta, sempre foi a única.
Em 2014, comprei um conjunto de quadros tamanho 57 Bianchi Oltre XR2. Durante cinco anos, foi morto a cavalo em todo o mundo em todas as condições. Às vezes 32 km, outras vezes (bem, uma vez e nunca mais) 350. Isso rapidamente se tornou parte da minha vida de ciclista, diferente de qualquer bicicleta que eu já possuía antes.

O Oltre em sua antiga glória.
Eu adorava motos no passado por vários motivos. Meu Raleigh Burner me ensinou como bater com estilo. Minha primeira bicicleta de drop bar, uma Raleigh Arena que era grande demais para mim quando eu tinha 11 anos, fornecia níveis de liberdade anteriormente desconhecidos. A Ritchey Road Logic fazia tudo e sempre me fazia sorrir. Um Tommasini Super Prestige simplesmente rodou lindamente e se sentiu sob medida. E mesmo um orçamento Ridley Orion que foi construído como um tanque, mas me levou infalivelmente do Reino Unido à Grécia em 20 dias.
Este Bianchi era diferente. Tinha tudo e sempre me senti um passo à minha frente. Nós nunca desistimos um do outro. Um dia, ao dirigir neve e temperaturas de -10ºC, minha sela caiu subindo o brutal Great Dun Fell em Cumbria. Com as mãos frias demais para prendê-lo novamente, trocamos palavras (a bicicleta silenciosamente) e, eventualmente, passamos juntos.
Eu montei por 24 horas sólido. Já fiz séculos duplos e triplos. Empurrou a roda dianteira primeiro através das linhas de chegada. Foi comigo quando meu filho veio ao mundo. E isso me ajudou a clarear minha cabeça nos momentos mais sombrios em que perdi meu pai. Eu sei que é um objeto inanimado, mas esta bicicleta de alguma forma se tornou uma amiga.

UM TEMPO PARA ALGO NOVO

Em 2018, as milhas haviam cobrado seu preço e minha Bianchi estava extremamente cansada. Eu tinha abusado, sem dúvida. Mas, como todas as boas amizades, éramos duros um com o outro de vez em quando.
Bianchi Oltre XR2 personalizado
Abaixo dessa tinta, oculta uma moldura bem usada.
Eu nunca o comprei para olhar, mas a tinta estava embotada, a pelagem desbotada, coberta de lascas, arranhões e atrito com o cabo. Foi absolutamente maltratado. O fato de estar parecendo péssimo foi o motivo pelo qual a busca por um novo quadro começou.
Havia espaço no topo da árvore para uma nova bicicleta número um, e a degradação dos Bianchi me fez pensar, talvez por engano, que eu precisava de um novo passeio.
Uma torturante busca de seis meses começou. Eu fiz testes e entrei em contato com construtores personalizados, mas nada que toquei teve o apelo intangível do Oltre. Não importa o que eu tentei, todas as motos que eu tentei tinham algo faltando. Talvez estivesse simplesmente sentindo que estava desrespeitando meu amigo mais querido.
Depois de esgotar todas as avenidas, demorei alguns segundos para comprar um Wilier Cento 10 Air em Cromovelato. Montou subliminarmente e parecia deslumbrante, mas ainda havia uma dúvida persistente no fundo da minha mente.
Foi em meados de 2018 que finalmente entendi a situação. Recebi uma mensagem do Instagram de Tom no Kustomflow e conversamos sobre kits, bicicletas, personalização etc. (eu possuo a We Can Be, uma marca de roupas de ciclismo independente também com sede no Reino Unido). Foi nesse momento que eu percebi que não precisava de uma bicicleta nova, precisava dar à minha bicicleta antiga uma nova vida.
Quando vi o que ele podia fazer, minha mente estava decidida. Eu não iria apenas restaurá-lo, criaria um design que refletisse nossas marcas e se destacasse em qualquer passeio em grupo. Assim como nos designs de kits da minha marca, não recuei. Queria que não parecesse mais nada e tivesse pessoas conversando, boas ou más.
Bianchi Oltre XR2 personalizado
As cores eram fáceis de escolher, eu sabia que queria Bianchi Celeste lá e, então, comecei por trás, desvanecendo-se no azul da meia-noite e rosa quente na frente. Essas são as cores que tiraram o meu negócio do chão e foram a quantidade certa de negrito. Fiz a parte mais fácil e depois entreguei o design a Tom para ficar ocupado.

MAIS DO QUE PINTAR

Não foi apenas o quadro que recebeu uma atualização. Eu vi isso como uma oportunidade de me divertir com toda a compilação. Eu sempre compro um conjunto de quadros, pois a escolha de componentes é uma grande parte da diversão para mim. Eu estava tratando isso como uma nova compra de bicicleta e queria brincar com os limites de peso. Agora conheço minhas limitações - conheço os benefícios quase imperceptíveis de assistir aos gramas, mas não era esse o ponto. Eu amo artesãos, itens boutique e queria torná-lo especial.
O orçamento não era ilimitado, portanto, apesar da extravagância, havia limites. Meu filho tem dois anos, tenho um negócio para administrar e uma família para sustentar, então não lançaria dinheiro com um canhão. Posso ter desejado marcas como THM, Schmolke e Mcfk, mas não consegui justificá-las. Esta era uma base de peso sobre um orçamento.
A moto passou a maior parte de sua vida usando o kit de acabamento da FSA, o Campagnolo Chorus e as rodas Campagnolo Shamal ou Bora, dependendo da corrida. Tudo foi excelente e mais do que bom o suficiente para mim, mas a moto pesava mais de 8 kg. Eu queria tirar isso daqui. Eu não estava procurando por ganhos de desempenho, só queria que a pintura fosse complementada por uma construção diferente.
Foi muito divertido - comprei componentes de pequenas empresas com ética incrível, abordagens de negócios e manufatura que eu amo.
Enquanto eu estava muito feliz com o Campagnolo Chorus, e sabendo que funcionalmente é completamente idêntico, optei pelo Super Record mecânico, mesmo porque senti que o quadro merecia prestígio. No entanto, mantive o desviador dianteiro do Chorus e, substituindo os parafusos por Ti e removendo o logotipo do Chorus por acetona, ele se tornou o mesmo peso e o mesmo item de desempenho.
Bianchi Oltre XR2 personalizado
Para o pedal, optei pelo Rotor 3D +. É uma manivela de que gosto muito devido à sua combinação de leveza, durabilidade, rigidez e facilidade de manutenção. Com as rodas compactas Octaramp da Extralite, de uma marca que eu admiro, o pedal veio mais leve que um pedal Super Record ou Dura Ace.
Outra marca que eu admirava há muito tempo era Berk. Eu assisti as coisas incríveis que eles fizeram com a fabricação de postes e selas tudo em um só por alguns anos e amei os atributos de bricolage do negócio. Optei por uma sela de Berk Lupin, e não sei como, mas esta é a primeira sela leve que já funcionou para mim. É extremamente confortável, mas apenas 97g.
O orçamento ditou o cockpit e consegui um excelente acordo com a combinação de barra e haste Deda Superleggera / Superleggero, e o formato RHM é algo que eu realmente gostei em outras motos. Não era o plano original, mas Tom acabou pintando o caule também.
Sempre optei por itens de gama média, onde as coisas se desgastam. Dito isso, não havia sentido em reservar uma vez que eu tinha visto a primeira camada de tinta na moldura e, então, peguei uma KMC X11 SL dourada. A cassete é um monobloco EDCO. Semelhante às cassetes Recon, é usinado a partir de uma única peça de aço e é surpreendente e espantoso.
Custou-me um terço do preço de uma fita Campagnolo Super Record ou SRAM Red e é mais leve que as duas. Além disso, eu apenas tive que ver sua construção em primeira mão depois de assistir à maquinação com uma sensação de admiração no YouTube.
O rodado é o meu par existente de Campagnolo Bora One 50s. Eu poderia ter poupado mais peso aqui, mas muito parecido com o quadro, sinto que eles me fornecem absolutamente tudo o que preciso sem um compromisso real. Eu já possuía muitos rodados ao longo dos anos e estes continuamente atingem a combinação perfeita em termos de desempenho, conforto, frenagem, peso e aparência. Se eu tivesse que usar apenas um rodado para sempre, seriam esses.
Da mesma forma, minha escolha de pneu, Schwalbe One, nunca me decepcionou. Estes pneus são rápidos, flexíveis, confortáveis ​​e duráveis.
Bianchi Oltre XR2 personalizado
Empurrei o barco um pouco mais em espetos e gaiolas com o Wassertrager 2.0 e o DC100 / 130 da Tune. Eu senti que a moto merecia aqueles pequenos toques finais de pedaços de boutique leves e esteticamente agradáveis ​​que, apesar de sua massa extremamente baixa, apresentam desempenho brilhante.
No momento em que empilhei os componentes no meu quarto de reposição, Tom tinha quase terminado a pintura. Adicionamos alguns retoques finais, o primeiro sendo o nome do meu filho no tubo superior. Todos nós precisamos de tempo para nós mesmos ocasionalmente, mas se eu for dar uma volta, sinto-me culpada por deixá-lo para trás. Tê-lo lá na bicicleta o mantém comigo e me lembra o que estou fazendo em casa. Também me mantém no poder quando tenho a oportunidade de correr riscos.
Tom também estava trazendo idéias para a festa. Ele adicionou o dispositivo de raio We Can Be no revestimento transparente - um detalhe incrível que você só pode ver em determinadas condições de luz.
O quadro pronto chegou em fevereiro de 2019 e foi rapidamente construído. Fiquei impressionado quando vi - Tom é um mestre. Tudo nele é tinta, sem transferências ou vinil. Eu sabia que ele era bom em ver as bicicletas e os óculos de outras pessoas, mas isso? Eu fiquei chocado.
Sou muito amigo dos caras do café com tema de ciclismo da Pedaling Squares perto de mim em Gateshead. Eles compartilham minha paixão por motos e fazem as coisas de maneira um pouco diferente. Junto a eles está uma chave inglesa chamada Patrick, que se encaixa sob o nome de Brassworks Bikes. Patrick está de olho no ridículo que é próximo ao meu.
Nos divertimos muito pesando cada parafuso e peça, descobrindo maneiras de reduzir ainda mais o peso e admirando algumas das peças que eu adquiri. Foi um dia divertido na oficina e ele o construiu imaculadamente.

RENASCIDO

Alguns segundos depois de ser revelado, a moto estava recebendo comentários, principalmente positivos. Algumas pessoas simplesmente preferem motos pretas e isso depende delas. Outros gostam de ressaltar que é bom ou chamativo demais para alguém como eu, que agora é basicamente um hobby. Mas não entendo essa opinião. Qualquer bicicleta acima de £ 1000 é provavelmente mais do que suficiente para a maioria das pessoas que não são pilotos de elite. Sou da opinião de que você pode montar e comprar o que quiser; é a sua escolha.
A dieta da bicicleta deu frutos, chegando a menos de 6,4 kg - exatamente onde eu estava mirando. A estrutura e as rodas certamente não são leves pelos padrões atuais, mas devem ser montadas sem comprometer, em primeiro lugar. Talvez a coisa mais surpreendente seja que a tinta tenha adicionado apenas 21g ao peso total. É um artista trabalhando para conseguir isso, especialmente considerando o quão elaborado é o design.
Tal como a minha marca, esta moto é diferente da norma - alegremente na sua cara e lá para dar um sorriso. Faz as pessoas falarem e virar a cabeça, com certeza.
O projeto está concluído, e velhos amigos são reunidos. A menos que exploda, nunca vou me livrar dessa bicicleta. Temos muito mais a fazer juntos e tenho certeza de que compartilharemos muitos mais bons e maus momentos.

DETALHES DA COMPILAÇÃO

Conjunto de quadros: Bianchi Oltre XR2 (57cm), pintado por Kustomflow
Fone de ouvido: FSA Orbit
Conjunto de rodas: Campagnolo Bora One 50 conjunto de rodas.
Pedaleiro: Rotor 3D +, Extralite Octaramp 50 / 34T coroas
Suporte inferior: Rotor PF30
Shifters: Campagnolo Super Record Pinças de
freio: Campagnolo Super Record 11
Desviador dianteiro: Campagnolo Chorus, modificado
Desviador traseiro modificado : Campagnolo Super Record 11
Cassete: Edco monoblock, 11-28T
Corrente: KMC X11 SL
Pneus: Schwalbe One.
Guiador: Deda Superleggera, 40 cm
de haste:Deda Superleggero, 110mm
Selim: Berk Lupina
Espigão de selim: Bianchi Oltre
Gaiolas: Tune Wassertager 2.0
Espetos: Tune DC100 / 130
Fita em barra: Lizard Skins DSP 1.8mm
Cabos: Campagnolo
Peso: 6.32Kg
Construído pela Brassworks Bikes
Photography por Eric Murphy no Pedaling Squares Cafe

GALERIA

Bianchi Oltre XR2 personalizado
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Sela de Berk