
terça-feira, 6 de abril de 2021
Com circuito de 136km, Brasília ganha maior trilha de mountain bike do Brasil Nova opção inaugurada no Parque Nacional se conecta com outras duas trilhas. Percurso é gratuito
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
5 BICICLETAS MAIS CARAS E TECNOLÓGICAS DO MUNDO
TECNOLOGIA PARA BICICLETAS: CONHEÇA AS PRINCIPAIS
É grande a disputa entre as fabricantes de componentes para bikes em lançar cada vez mais novidades. Cada uma põe à prova — na terra e no asfalto — sua tecnologia para bicicletas. Em meio à tantos avanços, saber o que cada marca oferece antes de fazer a escolha para o próximo upgrade pode definir a performance dos pedais.
Como você já deve saber, as duas maiores empresas que desenvolvem peças para bicicletas são a japonesa Shimano, e a norte-americana SRAM. Por isso trouxemos neste artigo, tecnologias inovadoras explicadas das duas gigantes que dominam as trilhas e as estradas.
Do lado oriental, a tradição é lema, e do lado ocidental, a ousadia é busca constante. Conheça as principais tecnologias de cada marca, tanto para as mountain bikes quanto para as road bikes!
TECNOLOGIA PARA BICICLETAS: SHIMANO E SRAM
SHIMANO
RAPID FIRE
Os rapid fires talvez sejam os trocadores mais populares no mundo da bike. Isso porque sua simplicidade de uso e qualidade deram autoridade a eles.
Com funcionamento junto com correntes indexadas, as marchas são trocadas em cliques, feitos pelos dedos polegar e indicador.
SHADOW
O sistema Shadow, patente da Shimano, foi criado pensando nos terrenos mais casca grossa.
A tecnologia para câmbio traseiro de mountain bikes, que hoje é também aplicada nas bikes de estrada, funciona para dar mais velocidade de troca e estabilidade à corrente. Com um braço mais longo e construção reforçada, a mudança de marchas é rápida e a corrente fica bastante tensionada.
SHADOW RD PLUS
Com o sucesso da versão Shadow, mais as necessidades que o bom e velho mountain bike pedem, o sistema foi além.
Nessa versão turbinada da tecnologia para câmbios traseiros da Shimano, o componente conta com uma trava que o deixa mais tensionado. Isso faz com que as batidas típicas que a corrente dá no quadro, parem, além de mantê-la estável pelas descidas mais insanas que uma ciclista de downhill pode fazer.
HOLLOWTECH II
Como parte essencial das peças que fazem a bike literalmente girar, o pedivela traz o sistema Hollowtech II, uma versão melhorada de seu antecessor.
O sistema usa o braço direito — lado das coroas —, com um eixo passante que se encaixa com a outra parte da peça do lado esquerdo.
Além da redução considerável de peso, por usar um eixo oco, a peça tem a garantia de ser travada por dois parafusos em cada braço do componente.
STI
Feito para as clássicas e elegantes bicicletas de estrada, os trocadores com sistema STI (Shimano Total Integration) funcionam de forma simples e segura.
No manete de freio, fica acoplado também o trocador das marchas, que com um movimento suave para dentro, sobem a marcha. Para descer uma velocidade, basta dar um leve toque com o dedo indicador, no trocador que fica embaixo do manete.
DI2
Uma das últimas novidades em tecnologia para bicicletas são os sistemas eletrônicos para trocas de marchas.
Funcionando com uma bateria recarregável e sensores, as trocas são feitas eletronicamente. A redução de peso e uma mudança mais precisa são dois pontos altos do Di2.
Vale lembrar que essa tecnologia para biciletas existe para MTB e speed, e possui versões wireless (sem fio nenhum!).
SRAM
TRIGGER SHIFTERS
Os trocadores discretos e funcionais da SRAM são “pau para toda trilha”. Com acionamento feito só pelo dedo polegar, as trocas são otimizadas e eficientes.
GRIP SHIFT
A versão dos anos 1980 da marca dos Estados Unidos não só mantém o produto até hoje, como criou melhorias ao item. Os trocadores para MTB ao estilo “mudança de marcha de moto” funcionam por giro.
Versões em grupos como o XX e XX1 possuem rolamentos para suavizar a troca, e dar mais rapidez ao sistema.
DUB
O sistema DUB foi criado para resolver a confusão de instalar um movimento central e pedivela da marca, em quadros com padrão de caixa BB30, Press Fit, entre outras.
Com essa inovação o sistema DUB é versátil e traz menos “dor de cabeça” quando se quer trocar de quadro ou de bike, e manter o pedivela e caixa central, ou vice-versa.
DOUBLETAP
A troca feita usando menos tempo e esforço é uma premissa de uma tecnologia para biciletas, da SRAM.
Os mudadores DoubleTap para a road bikes têm apenas uma alavanca de acionamento, abaixo do manete de freio. Para subir as marchas, basta dar uma carga mais forte à alavanca, e para descer, cliques curtos. Simples, não?
ETAP
A revolução digital dominou de vez o planeta, e a tecnologia para bicicletas acompanha esse movimento mundial.
O eTap é o sistema de trocadores eletrônicos sem fio da SRAM, com o mesmo tipo de acionamento da versão mecânica da marca. Com a retirada de cabos e a chegada de baterias, o sistema é mais leve, além de contar com auto ajuste para acertar a posição dos câmbios durante o pedal.
Sempre que possível, antes de usar uma nova tecnologia para bicicletas, teste o produto para ver se ele se encaixa bem para seu uso. Cada marca traz em seus produtos, vantagens e também desvantagens, e usá-los num pedal — nem que seja na porta da loja — é o melhor jeito de testá-los.
Sabia que a tecnologia também é sua aliada na segurança para pedalar? Leia nosso post Registro de bicicletas: tire todas as suas dúvidas sobre o serviço, e conheça o sistema da Bike Registrada!
fonte>>>https://blog.bikeregistrada.com.br/
segunda-feira, 21 de maio de 2018
XC WC # 2: SCHURTER E NEFF, DOMÍNIO SUÍÇO EM ALBSTADT
sábado, 11 de novembro de 2017
50/5000 Você quis dizer: Cheap Bike Vs. Superbike | What's The Difference? Bike Vs. Super Bike | Qual é a diferença?

Graças a Shimano pelos produtos utilizados neste vídeo. Todas as opiniões expressas são próprias do apresentador.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Chris Froome - Pinarello Dogma F10 2017
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
(OFFICIAL) Eric Barone - 223,30 km/h (138.752 mph) - World mountain bike...
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Após engordar 90 kg, professor cria grupo de ciclismo para obesos no Rio Projeto reúne pessoas acima do peso que querem praticar o esporte. 'Ciclogordismo' ou 'fat bike' nasceu há três meses
Anderson Viana / Arquivo Pessoal)
Obesidade
A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta a obesidade como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. A projeção é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso e mais de 700 milhões obesos.
No Brasil, a obesidade vem crescendo cada vez mais. Alguns levantamentos apontam que mais de 50% da população está acima do peso, ou seja, na faixa de sobrepeso e obesidade. Entre crianças, estaria em torno de 15%.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Conceitos básicos sobre suspensões - Parte II

Suspensão: O conjunto
Enquanto que a suspensão dianteira é mais fácil de entender e é composta exclusivamente do garfo, a traseira já apresenta alguns apectos que merecem mais detalhe. A suspensão traseira depende não apenas do elemento amortecedor, mas também da forma como este é atuado, o que depende diretamente da configuração da balança.
A geometria do conjunto amortecedor-balança vai determinar uma característica extremamente importante na suspensaão traseira de uma bicicleta: a trajetório que o eixo traseiro faz quando a suspensão “trabalha”. Isto porque a corrente conecta o eixo traseiro à parte dianteira da transmissão (pedevela, pedais e mov. central). Assim, quando o ciclista pedala, a corrente é tracionada e afeta o movimento da balança. O efeito mais conhecido deste fenômeno é o “bob”, também chamado de “bio pacing”.
O “bob” acontece quando a corrente não esta alinhada com o pivot central da suspensão. Se a corrente estiver acima do pivot, o esforço aplicado no pedal irá tensionar a corrente e esta irá puxar a balança para cima, comprimindo a suspensão. Se a corrente estiver abaixo do pivot a mesma tensão irá puxar a balança para baixo, estendendo a suspensão. Esse puxa daqui e dali dá origem ao execrado movimento de vai-e-vem do “bob”. Para complicar as coisas a corrente muda de lugar quando trocamos de marcha, o que torna impossível manter um pivot fixo sempre alinhado com a corrente. Para minimizar o problema, algumas companhias alinham o pivot com uma determinada coroa específica, para minimizar o bob em uma determinada marcha.
O que isso tem a ver com a trajetória do eixo traseiro? Quando o sistema de suspensão traseira é tal que o eixo traseiro se afasta do movimento central quando o amortecedor é comprimido, o movimento da balança tensiona ainda mais a corrente, contribuindo para ampliar o efeito “bob”. Sistemas com essa particularidade incluem as bicicletas monopivot com pivot “alto” (pivot alinhado ou um pouco abaixo da coroa maior). Um exemplo típico é a Santa Cruz Superlight.
Um aspecto interessante deste sistema, que é de fato uma vantagem em subidas lisas e íngremes ou em alguns sprints, é que quando o ciclista pedala em pé a tensão na corrente é suficiente para quase “travar” o amortecedor na posição estendida ao puxar a balança. Isto reduz consideravelmente o funcionamento da suspensão e consequentemente o “bob” nestas condições. Porém se a subida for mais técnica, com algumas raízes e pedras maiores, a suspensão “travada” vai ser menos eficiente que uma suspensão ativa.
Uma forma de contornar o problema do efeito da tensão na corrente é projetar um sistema cuja trajetória do eixo traseiro seja mais próxima de uma linha vertical. Em 1991 um indivíduo chamado Horst Leitner, então sócio da AMP Research, bolou um sistema com um pivot adicional localizado na balança logo à frente a ligeiramente abaixo do eixo traseiro. Este pivot permite que o eixo traseiro gire para frente ao ser puxado pela corrente quando a suspensão mergulha no curso, atenuando significativamente o efeito de tensão na corrente e consequentemente o “bob”. Este pivot, apelidado de “Horst Link”, foi empregado nas bicicletas full suspension da AMP Research e também no design FSR da Specialized, desenvolvido em parceria com o Leitner. Ao perceberem as vantagens do sistema, outros fabricantes começam a copiá-lo e como AMP não tinha dinheiro para enforçar seu direito sobre a tecnologia ela acabou vendendo a patente para a Specialized em 1998. O design FSR é hoje uma das melhores configurações de suspensão traseira no mercado. Este sistema combina um design totalmente ativo com mínimo efeito “bob”. Outras marcas que hoje utilizam o Horst link e pagam royalties para a Specialized incluem Intense (M1, Tracer, Uzzi), Turner (5-Spot, 6-Pack, Flux, Nitrous e RFX), Titus (Switchblade, Racer-X, Super-Moto e Motolite), Azonic (Recoil, Saber, Propulsion), entre outras
Conceitos básicos sobre suspensões - Parte I

Conceitos básicos sobre tecnologias de suspensão de bicicletas de montanha
A suspensão: Para que serve ?
Um garfo de suspensão vai adicionar um bom peso na frente da bicicleta (de duas a quatro vezes mais peso que um garfo rígido comum, dependendo a suspensão) por isso é bom que ela sirva para alguma coisa além de impressionar o seu vizinho.
O objetivo principal do conjunto suspensão é absorver e dissipar a energia de impactos, mantendo a roda no chão e aumentando o controle sobre a bicicleta. Impactos vem de irregularidades e obstáculos na trilha (raízes, pedras, buracos). Se a trilha não tiver obstáculos (exemplo: estradão de terra) então a única função da suspensão vai ser adicionar peso e manutenção à bicicleta.
Mas afinal, eu preciso de um garfo de suspensão ?
A resposta mais simples é não, não precisa. Ciclistas de montanha já percorriam várias das trilhas que você percorrre hoje sem suspensão nenhuma, e certamente se divertiam tanto quanto você. Estes ciclistas já usavam um tipo de suspensão com capacidade de amortecimento variável em velocidade e posição, controlada por um computador capaz de ler o terreno em 3D e processar uma vasta quantidade de informação capaz de deixar qualquer “Deep Blue” na poeira. São os seus braços, pernas, e o teu cérebro. Esta suspensão é fantástica, está disponível para todo mundo e você deve tirar o máximo proveito dela.
A introdução dos garfos de suspensão dianteira comecou timidamente lá em 1987 com a bike "Bushido", que ironicamente era uma "full suspension" mas não chegou ao estágio de produção comercial. Um ano
depois, a Kestrel "Nitro" debuta no bike show de Long Beach, Califórnia, com um garfo de suspensão projetado pelos "gurus" Paul Turner e Keith Bontrager. Era o precursor do famoso RS-1 e usava uma coroa dupla. Já em 1989 o RS-1 começa a ser produzido pela Rock Shox/Dia Compe e a partir daí a indústria não parou mais: Doug Bradbury com o primeiro Manitou em 1990, a Scott com o "Unishock" e a Marzocchi com o "Star Fork" em 1991 e a Rock Shox com o Mag 20 e Mag 30 em 1992.
História à parte, a introdução dos garfos de suspensão dianteira trouxe alguns aspectos interessantes para o ciclismo de montanha.
O primeiro deles é o controle. Amortecendo vários dos impactos a suspensão alivia um pouco o “trabalho” do ciclista. Isto permite a ele transpor terreno mais técnico em maior velocidade. Isso é bom ?
Sinceramente eu não sei, mas como diz um ditado por aí “mais rápido não é sempre melhor, mas é sempre mais divertido...”. É um ditado bobo, mas captura um pouco da razão pela qual muitos de nós nos aventuramos pelo ciclismo de montanha.
O segundo se relaciona um pouco com segurança (eu digo “um pouco” porque não vejo garfos de suspensão necessariamente como equipamento de segurança). Tendo um garfo de suspensão “burro” (não se iluda, comparado com seus braços e pernas qualquer Brain ou Fox T.I.V. é uma suspensão burra) na bicicleta lhe dá uma certa margem de segurança. Se você for pego de surpresa por algum obstáculo ou escolher mal uma linha ela pode literalmente salvar a tua pele.
Juntando os dois aspectos um garfo de suspensão então permite ao ciclista ir mais rápido e sofrer menos desgaste. Assim ele poder fazer trilhas mais longas, mesmo com terreno em condições adversas, e terminar sem aquela sensação nos braços de quem passou o dia inteiro operando um martelete pneumático.
E isso é uma boa coisa.
Veja a segunda parte deste artigo em
Entendendo Pedais
Pedais de encaixe

Manter os pés presos ao pedal, possibilita ao piloto não somente empurrar o pedal, mas também puxá-lo no movimento da pedalada, simultaneamente. Isso possibilita um maior desempenho e eficácia na aplicação da força, consequentemente no desempenho da bicicleta. Outra vantagem do clip é manter o ciclista preso em trechos técnicos, evitando que o pé escorregue dos pedais.
Normalmente, os pedais clipless para estrada possem tacos grandes para aprimorar a transmissão de potência, enquanto os de MTB possuem tacos pequenos que permitem a criação de sapatilhas com solados que podem ser utilizados para caminhar na terra.
Embora seja preciso alguma prática para não sofrer tombos ao parar a bicicleta, este tipo de pedal sempre se desencaixa em caso de acidentes, evitando que o ciclista fique preso na bicicleta.
Pedais plataforma

Atualmente, existem sapatilhas especiais para o uso de pedais plataforma que garantem excelente aderência e transmissão de potência.
Firma-pé ou presilhas














